Se ao menos eu soubesse sempre isso*
[Por vezes, o vento é demasiado frio... entranha-se na pele e todo o nosso corpo é gelo. No entanto somos leves, e o nosso centro bate quente, muito quente, dentro de nós...]
- Sabes, não devias partir do princípio que aquilo que as pessoas sentem é sempre uma incógnita… Olha que nem sempre…
- Mas às vezes acontece… É estranho… É estranho nunca perceber…
- Eu sei… Eu continuo a acreditar que há sempre maneira de saber… Pode ser a mais pequena coisa, mas de certeza que está lá…
- Não sei… [e olha, ao fundo, a profundidade do horizonte, meio esbatido, meio presente, sem saber muito bem o que dizer]
- É… Podes até achar que não existe… e achas. Mas as coisas mais pequenas, aquelas que parecem nem existir, são, muitas vezes, as mais importantes…
- Pois é… Isso é verdade… À s vezes pode ser apenas um olhar, e daí sabemos tudo…
- Exactamente… Seja como for, tens que começar a ver melhor… As pessoas que gostam de nós demonstram-no sempre, sempre… E isso é mesmo verdade. Incontestável. [Levanto a cabeça ao sol e, de repente, tudo é luz... Verdade incontestável?]
-
É por isso que eu gosto de verdades incontestáveis.
- Ü ! Eu também… Mas elas dão-te algumas certezas, não te dizem tudo…
- Dizem o suficiente… O resto tem que partir de nós… Há sempre alguma coisa que tem que partir de nós.
- Somos sempre o ponto de partida. Porque aquilo que sentimos, e o que pensamos, parte sempre do nosso centro, não daquilo que se passa fora de nós.
-
Se ao menos eu soubesse sempre isso… [No fundo, sabe sempre... Apesar de nunca ter bem a certeza...]
*Uma das melhores conversas de sempre, uma das melhores fotografias de sempre… É sempre à beira mar que acontecem as coisas mais bonitas de sempre, seja com quem for, sobre o que for… Provavelmente é apenas um estar em boas energias…
*Penélope Santana

Tens razão, foi uma conversa maravilhosa essa, e só por ter a beira mar como paisagem já a torna inesquecível.
Sim, há verdades incontestáveis, como quem vive a nossa vida somos apenas nós, apenas nós podemos decidir ser felizes ou infelizes, e por aí adiante… Mas como dizes, isso deve partir de nós, nós somos os construtores do nosso caminho.
Sabes, eu acredito que a felicidade não está interligada a factores externos, penso que deve apenas haver um esforço de nossa parte interioremnte para ter uma outra visão do Mundo, para enxergarmos uma nova perspectiva. Quando cometemos um erro, pensamos que nos foi fechada uma oportunidade, porém não sabemos que perder tal oportunidade abriu caminho para outra. E eu acho isso simplesmente belíssimo, a Vida é belíssima por isso mesmo, por haver tanto momentos de riso e outros tantos de lágrimas.
E ainda bem que existem pessoas que gostam de nós, aprense-se muito com eles
P.S. Fica aqui o meu desejo de num futuro nos cruzarmos e termos uma conversa à beira mar (:
Beijinho*
com certeza, que sim… Mas sabes? exitem sempre factores exteriores, sempre… Não é apenas de nós que depende a nossa vida, não somos apenas nós que lhe damos um rumo…
Há muito mais a dizer, muito mais a fazer, muito mais a ter em conta… No entanto seremos sempre donos do nosso próprio ser e do nosso próprio caminha… O meu, levar-me-á sempre à beira mar…
*Beijinho
*Penélope
Eu acho que podemos fazer tudo o que podemos – e isso é imenso. Claro que às vezes nos perdemos com lamúrias acerca das coisas que não podemos. Mas temos que nos concentrar rapidamento no que podemos fazer com o que temos – mesmo que seja muito difícil.
Saber viver é provavelmente isso mesmo – Fazer tudo o que depende de nós.
Mas isto é só a miha opinião…
Sabes? Depende muito das situações que nos envolvem… Por vezes torna-se difícil encontrarmo-nos de novo e fazermos o que queremos… Porque, muitas vezes, não se trata de vontades, mas de oportunidades… Mas claro, tudo depende de nós…
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